Sanepar presta esclarecimentos da situação da água em Ponta Grossa

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), prestou nesta quarta – feira (04) no plenário da Câmara Municipal de Ponta Grossa durante a sessão ordinária, esclarecimentos sobre a situação crítica da água no município, causando mau cheiro ao consumidor. O pedido de comparecimento foi feito na última segunda-feira, após pedido do vereador professor Careca (PV).

Foi tratado no plenário sobre o trabalho realizado para a captação de água na cidade, e o que vem sendo realizado para solucionar o problema. Segundo a companhia, o problema se iniciou no final de janeiro, com a proliferação de algas na bacia do alagados, que ocorre entre os meses de novembro e março.

Outra razão que colaborou para o odor na água foi as razões climáticas e o período do verão. Neste meses houve um aumento de calor e um período de estiagem das chuvas, que culminou com a situação crítica.

Para solucionar o problema, a gerente da Sanepar, Simone Alvarenga, explicou que como ação imediata para solucionar o problema, foram abertos 6 novos poços e obras de ampliação da captação. Apesar do estado crítico da água, Simone garante que não há risco à população “Em todos os pontos de captação nós garantimos a potabilidade da água, não há risco à saúde.” A companhia afirma que 98% das substâncias que causavam mau odor na água, foram eliminadas.

Outro ponto tratado foi em relação aos locais de captação de água no município, segundo apresentado a bacia do Alagados vem tendo dificuldades na captação, e uma forma de solucionar este problema, captar água através do rio Tibagi.

Com a captação no Tibagi, aumentará em 50% a capacidade de abastecimento, com 600 l/s, entretanto a obra ainda não pode ser realizada, por estar na fase de de licenciamento e aguarda aprovação do Instituto Água e Terra (IAT).

O presidente da Câmara, Julio Kuller (MDB), agradeceu o comparecimento da companhia à sessão, e cobrou ações da companha “Não aceitaremos justificativas técnicas como desculpa. Acompanharemos de perto se o que foi prometido vai chegar, de fato, na torneira da população.”

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