O que considerar na hora de escolher um deputado estadual?

O que considerar na hora de escolher um deputado estadual?

Abaixo, elencamos 4 critérios que podem ajudar na direção de sua escolha

 

            Em nosso Estado, encontram-se 761 candidatos pleiteando uma das 54 vagas que deverão ser novamente reocupadas a partir de 2019 na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP). Isso significa uma disputa de mais ou menos 14 candidatos por cadeira. Que bom seria se pudéssemos contar com essa vontade de ficar à frente, por parte dos candidatos, da mesma forma com que contamos com a nossa competência e o nosso esforço para alcançarmos uma vaga numa grande universidade, num concurso ou  em uma entrevista de emprego. Num País que teve a sua identidade nacional fabricada por meio da corrução e do suborno, sejam eles escandalosos ou não, seria uma garantia a mais podermos contar com candidatos que concorrem pelo desejo de assumir um posicionamento privilegiado diante do atual lamentável cenário político no qual estamos todos inseridos, e que não apenas rivalizem por uma função ideal obscura chamada, nesse caso, de deputado estadual.

            Assim, com tantos apelos pela mudança, transformação, modificação, alternativas, substituição, ou a qualquer outro substantivo capaz de descrever o sentimento generalizado de toda a população brasileira, as eleições de 2018 têm um caráter decisivo. A mudança, por mais distante que possa parecer, só pode e deve começar nas urnas. Nesse sentido, é preciso que tenhamos alguns critérios pré-definidos os quais são, na realidade, a base de qualquer escolha em se tratando da candidatura de parlamentares. Vejamos, então desses:

  • FICHA LIMPA: proveniente de pressão popular e da indignação da sociedade, a “Lei da Ficha Limpa” significa um avanço no amadurecimento das instituições brasileiras e ética na política. Saber se seu candidato ou candidata tem ou não uma vida pregressa reprovável é imprescindível para saber se ele ou ela terá uma vida parlamentar reprovável da mesma forma. Por conta disso, pesquisar é fundamental.
  • CANDIDATURAS ESTADUAIS, PROBLEMAS REGIONAIS: conhecer a origem do seu candidato ou da sua candidata não é apenas uma questão de curiosidade, em vistas da abrangência do cargo que estarão ocupando. Ter um representante que conhece as necessidades da sua cidade e região é peça-chave para que os problemas particulares dela não passem despercebidos e possam, inclusive, chegar até a Assembleia do Estado, possibilitando um compromisso maior de retorno para com a população.
  • O NOVO DA NOVIDADE E NÃO A NOVIDADE DO VELHO: cá entre nós, se um candidato está ocupando um cargo público há mais de 20 anos e você não consegue pensar em pelo menos uma ação realmente significativa por parte dele, é porque talvez esse candidato devesse passar a bola pra frente. Porém, a verdade é que quem decide tirar a bola dele e passá-la para outro somos nós mesmos, não é? Mudança é sinônimo de atitude, uma atitude que parte da gente e vai ao encontro de candidatos dispostos a ela também.
  • CAUSAS SOCIAIS: é impossível pensar em eleger representantes do povo que não estejam, ao mesmo tempo, preocupados com ele. Um povo caracteriza-se pela diferença e é para essas diferentes necessidades que os candidatos devem se atentar. Dentre elas, é possível citar, por exemplo, o trabalho com a população deficiente, ou a população idosa e, sobretudo, com a população carente, as quais precisam de um olhar especial que permita a elas ter condições de se sentirem povo também, tanto quanto todo o restante de outras populações que possuem, a sua maneira, necessidades específicas que já foram ou estão sendo atendidas, ao passo que as aqui citadas são rotineiramente negligenciadas.

Conheça minhas propostas como candidato a Deputado Estadual.

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